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28 de ago de 2011

LATINA EXIBIDA













































DEI PRO MEU CUNHADO COM MINHA IRMÃ NO TELEFONE


Olá, meu nome é Yasmim. Sou loira de 1,70 com peitos gostosos de bicos rosados e uma cintura fina que deixa minha bunda mais redonda ainda. Tenho 102cm de quadril. Eu sou muito putinha. Amo dar. Amooo pica que fode trinta minutos e até uma boa buceta. Sexo é vida! Meu pecado é a luxúria!!! Já realizei várias fantasias, mas meu cunhado sempre foi um sonho nas minhas noites mais quentes de gozada numa siririca gostosa. Minha irmã e ele são casados há quase sete anos. Eu sempre tive muita sintonia com ele. Temos muitos gostos em comum. Sou solteira há mais de cinco anos. Estava querendo viver algo diferente, eis que surgiu a oportunidade perfeita. Minha irmã teve que viajar para fazer um concurso na capital (somos do interior do Estado do Rio) e eu aproveitei e pensei…É hoje. Fui com eles até a rodoviária. Eu, minha mãe, minha irmã e meu cunhado. Eles se despediram e logo depois dela embarcar comecei a por meu plano em ação. Demos tchauzinho e tudo. Ai minha mãe foi renovar o estacionamento e eu aproveitei para investir. Este dia estava calor e eu o chamei para um refrigerante na lanchonete da rodoviária. Sentei numa mesa ao fundo de propósito. Lado a lado. Eu estava de saia (sem calcinha pois a adoro andar assim) rimos, conversamos, ele disse que ficaria triste sem companhia da minha irmã naquela noite. Eu fui direta e disse: “Faço companhia para você” e coloquei minha mão direita na perna dele e fiz um carinho bem gostoso. Ele sorriu e disse: “Não faça isso, quer me enlouquecer?” Eu sorri bem safada e abri minhas pernas dizendo: “Veja se estou brincando” e guiei sua mão até minha buceta por baixo da saia. Eu estava molhadinha e ele ficou louco. Fez uns carinhos rápidos e quis até me beijar, mas lembramos que estavamos em público (apesar de estarmos no fundo da lanchonete, era noite, vazio, mas…) Foi bom, pois minha mãe caminhava ao nosso encontro. Eu fui pra casa e disse a minha mãe que ia sair com Sara (uma amiga com quem ja transei) mas é claro que minha mãe nem desconfia. Eu peguei um táxi e fui para a casa do meu cunhado. Ja cheguei as 21:00 sem avisar. Toquei a campainha e ele veio me atender. Eu estava com uma minissaia rosa e blusa preta sem sutiã, cheirosa e sem calcinha claro. Como queriamos quebrar o gelo ele colocou uma música e pegou duas cervejas para nós. Sentamos no sofá e foi inevitável, ele disse: “Você tem certeza do que esta fazendo?” e eu retruquei: ” Fernando, eu ja vi você me olhando muitas vezes, e ja tive os caras que quis. Sou solteira ha cinco anos, você sabe. Você e minha irmã só brigam. Eu acho que você esta precisando de uma amante gostosa para aliviar o estresse sem cobrança. Quem melhor que sua cunhadinha? Ja fui amante de namorados de duas amigas e porque não você? sempre vi seu olhar de safado pra mim” e coloquei a mão direto no volume da calça dele, seu pau ja estava duro como rocha. Ele me avisou: “não é tão simples. Tenho um amor por você meio de irmão. Morro de ciúme de você. Se gostar de te comer vou praticar traição e incesto mentalmente. Sera impossivel deixar de te comer” eu apenas sorri e disse: ” Então prepare-se para nunca mais deixar de me comer, pois tenho o sonho de consumo dos homens. Um boquete poderoso, uma bunda grande e roliça e uma bucetinha que até eu sou apaixonada. Minha bucetinha é apertadinha, uma delicia”
Ele falou: “Yasmim, desisto” e me beijou com vontade, me envolvendo em seus braços – que pegada – pensei. Não é a toa que minha irmã gamou. Nos beijamos e ele veio logo com a mão na minha blusa. “Putinha, safada. Quer me deixar louco, quero ver seus peitos agora” e arrancou minha blusa me chupando os bicos dos seios gostoso, mamando, lambendo, passanso a lingua. Fiquei louca. Minha buceta estava escorrendo e inchada. Eu não aguentei e guiei mais uma vez a mão dele pra dentro da minha saia. Abri gostoso as pernas e senti aquela mão vigorosa do meu cunhado tocar meu clitoris. Massageou gostoso em circulos e eu comecei a gemer. Ele falou no meu ouvido ” como ja te fudi nas minhas punhetas. Quando deu pro Fred meu amigo, ele me falou como você era putinha, que fodia igual um camelo. Que chupava com uma boca e gozava sem parar. Quero que goze muito no meu pau sua safada, gostosa. Hoje sua buceta molhadinha e apertada vai ser arregaçada por uma pica de verdade.” Com isso seus dedos ja me penetravam e faziam um vai e vem que me fazia gemer mais e mais. Ele adorava e falava ao meu ouvido “vai gostosa, goza no dedinho do seu cunhadinho” quando ele falou isso, não resisti ao me ver com as pernas arreganhadas na sala da minha irmã com meu cunhado me masturbando com seus dedinhos e me dizendo sacanagens ao pé do ouvido. Não aguentei. Gozei. Gostoso. Muito gostoso. Naquele dedo, escorreu um mel gostoso da minha buceta e ele fez questão de me virar e dizer olhando para minha buceta meladinha “Adoro gozo de vagabunda” vindo lamber meu gozo. Eu fiquei com tanto tesão daquela lingua me chupando, que comecei a rebolar minha buceta na cara e boca dele. Ele falou: “Quer gozar mais né cunhadinha gostosa? Vagabundinha, puta, e me enfiou o dedo gostoso ao mesmo tempo que começou a lamber e chupar meu clitoris. Eu rebolava na cara dele e gemia. Achei que os vizinhos iam escutar, e a lingua dele ficou firme me lambendo sem parar. Meu clitoris foi inchando, fui gemendo no vai e vem do dedinho e das lambidas e gozei muito gostoso de novo. Minha buceta foi escorrendo gozo no sofá deles. Foi lindo, mas eu estava só começando. Recuperada, logo notei o volume da bermuda dele, não quis evitar, tirei a bermuda e chupei seu caralho com muita vontade. Seu pau ja estava molhado pelo tesão dele mas comecei lambendo a cabecinha, bem devagar, depois fui pondo tudo na boca, deixei bem molhadinho na chupada. Adoro chupar um pau bem molhado e chupei com vontade aos pés dele no sofá, eu mamo sabe? Então fiquei chupando com pressão, mamando o caralho, sorvendo com vontade como se não houvesse amanhãA. No vai e vem, lambendo o caralho todo, subindo e descendo, mamando aquela pica gostosa, a pica que eu queria chupar há anos. Ele estava louco com aquele boquete e o telefone tocou. Ele parou para olhar e viu na bina que era minha irmã. Que infelicidade. Ele parou para atender. Mas o pau continuou duro. Ele voltou ao sofá e enquanto eles falavam ao telefone eu fui bem safadinha e o chupei um pouco mais, mas dessa vez de leve. Coloquei a camisinha com a boca no pau dele e ele falando com minha irmã sobre sua chegada e tals. Abri bem as pernas de pé para ele e me inclinei para mostrar minha buceta que iria sentar no pau dele. Ele sorriu e deu um baixo “ah”, segurando o telefone com a mão para abafar o gemido. Eu ri, pois vi que estava deixando ele descontrolado. Ele correu para se despedir da ligação, mas minha irmã tinha assunto e começou a falar. Eu continuei me inclinando e fui abrindo minhas perna mais e me aproximando daquela pica. Minha bucetinha ressaltou aos olhos dele que olhou com vontade e posicionei o pau dele no buraquinho da minha buceta. Foi o tempo dele acionar o “mute” do telefone e sotar um “aiiiiii” enquanto eu encaixava o pau dele na minha buceta molhada de dois gozos sentando gostoso. Depois do tesão inicial demos umas bombadinhas e ele voltou a ligação com minha irmã. Eu fiquei paradinha no pau dele lambendo seu ouvido, pescoço, orelha, beijando-o de leve, mas evitando gemidos. Quando vi que ainda podiam demorar comecei a cavalgar mais forte no pau dele. Ele ficou louco de tesão, ofegante, sabe? E acho que minha irmã percebeu algo e ele emendou me olhando: “estou assim por sua causa Yngrid, estou tocando uma punhetinha pra você” Eu adorei aquele jogo, e em seguida ele disse: “É sua buceta que fodo até em pensamento. Isso fala mais gosotsa” Ele transava com minha irmã ao telefone e eu que o fodia. Fodia o pau do marido dela. Que delicia – Ele falava pra ela mas dizendo pra mim. Ai gostosa, adoro te fuder. Sua buceta é molhadinha. Que delicia. E a idiota chifruda pensando que era da buceta dela. “continue bombando. Isso fode gostosa. Fode. Adoro sacanagem. Delicia de buceta. Vou gozar. Aiiiii” e gozou gostoso gemendo bem alto ao telefone, como se quisesse provar para ela que era pra buceta dela aquela gozada. Ele bombou ainda algumas vezes de levinho, dando gemidinhos de tesão. Era uma pica deliciosa de 18cm e ele ainda foi cara de pau de dizer para minha irmã olhando para mim ” Eu te amo sua gostosa, sua buceta é única e linda. Vou te comer a noite inteira” rindo e dizendo em seguida “em pensamento, claro”. Se despediram e eu ainda fui para o quarto deles transar na cama deles, senão não teria graça. Fiz sexo com meu cunhado com minha irmã ao telefone. Sou ou não sou uma cunhadinha  que é putinha, vagabunda, safada e gostosa?

25 de ago de 2011

Fingi que estava apagada

Meu nome é Fabiana, tenho 24 anos e sou casada há 6 anos. Sou loira, corpo escultural, coxas grossas e lábios carnudos, meus olhos combinam com o céu de tão azul. Meu marido é um gato quarentão. O que vou contar aconteceu no ano passado no carnaval. Temos um apartamento em MG na cidade de são Lourenço. Fomos pra lá junto com mais dois casais. O que vou contar aconteceu comigo e não esqueço até hoje. Eu e meu marido havíamos tomados umas e outras durante o dia no carnaval, eu estava já bem tontinha, fazia cia. pra gente o Paulo, o Renato e suas esposas. As duas peruas estavam loucas para ir passear no parque. Eu não estava afim, elas foram junto com o Renato e ficou eu o Paulo e meu marido. Como eu não agüentava acompanha-los, fui para o quarto, tirei toda a roupa, coloquei um vestido, deitei e fiquei bem a vontade na cama, pois estava em casa. Passado um tempo, meu marido foi até o quarto e me deu um beijo. Disse que iria dar um pulo no parque para encontrar o pessoal e perguntou se eu não queria ir. Fingi que não estava ouvindo, pois eu não estava a fim de sair. Ele se levantou, disse para o Paulo que eu havia desmaiado e que ele iria sair. Que se eu acordasse era pra ele me avisar que tinha saído. Após alguns minutos, o Paulo entrou no quarto e me chamou. Fingi que não estava escutando, ele me balançou eu continuava fingindo que estava muito bêbada. Como meu vestido era curto, ele estava mostrando as minhas popas, percebi que o Paulo estava olhando, eu continuava fingindo que estava tonta. O Paulo chegou bem perto de mim, pude sentir a sua respiração, ele estava com o nariz perto de meu bumbum para sentir o meu cheiro, minha bucetinha molhou todinha na hora, dai ele me balançou, me chamou, quase fez um escândalo. Eu nem ai. Ele não agüentou em ficar olhando e passou a mão na minha bunda bem de leve. Era uma sensação incrível. Eu nunca havia sentido outra mão a não ser de meu marido. Eu estava deitada de lado e com a perna encolhida e sabia que a minha bucetinha estaria bem exposta. O Paulo andava pra lá e pra cá ia na sala, na cozinha voltava no quarto. Ele estava desesperado e eu toda molhada. De repente ele voltou me chamou mais uma vez e eu não respondi, então ele deitou na cama e encostou-se em mim. Fiquei na minha. Ele foi se encostando e tirou o pau pra fora. Encostou a cabeça dele na minha bucetinha bem devagarzinho. Eu percebia na respiração dele, o tesão e o medo de eu acordar ou de chegar alguém, mas eu estava resistente, fingia que estava desmaiada. Ele encostou a cabeça do pau na entrada da minha bucetinha que já estava ensopada e foi enfiando bem devagar para que eu não acordasse. O pau dele foi entrando e me rasgando, pois dava pra sentir que era enorme e grosso, daria uns dois do meu marido e eu não estava acostumada, mas mesmo assim agüentei bem quietinha. Por causa da minha bucetinha não ser possuída por um pau grande, ela estava ainda apertada para o pau dele e acho que isto fez ele gozar muito rápido. Ele tirou fora na hora e gozou na mão. Depois disso ele se levantou, foi para o banheiro, tomou um banho e foi para o quarto dele e ficou deitado como se nada tivesse acontecido. Horas depois, o meu marido chegou com o Renato e as mulheres. Eu levantei, tomei um banho e fui pra cozinha junto das duas fazer comida. O Paulo foi jantar e conversar comigo como se nada tivesse acontecido. Já faz um ano e ele nunca falou nada comigo. Trata-me como se nada tivesse acontecido e eu muito menos, afinal eu estava desmaiada. Estamos perto do carnaval e vamos voltar la este ano e quero desmaiar novamente. Beijos

17 de ago de 2011

A PRIMEIRA TROCA

Na verdade nossa primeira troca, também foi a primeira troca de nossos parceiros. Era uma noite de sábado e também era o dia do aniversário do Cássio. Pra comemorar, fomos tomar uma cervejinha nos bares da orla, ficamos lá até meia-noite aproximadamente, quando resolvemos voltar pra casa e terminar nossa comemoração particular de forma mais intima. Assim que chegamos ao prédio que moramos, encontramos um casal de vizinhos que moram no andar de baixo (a Paula e o Mauro). Ela moreninha, olhos verdes, cerca de 23 anos, bundinha arrebitada, coxas malhadas. Ele moreno-claro, alto, uns 38 anos, um homem bem bonito. Cumprimentaram-nos e em tom de brincadeira nos perguntaram o que estávamos fazendo fora de casa tão tarde. Foi quando mencionei que era o aniversário do Cássio, e eles fizeram questão que voltássemos com eles para a boate onde eles estavam para comemorarmos juntos. A boate fica em frente à praia e ficamos sentados na varanda da boate (pois fazia muito calor e lá fora estava mais fresco). Brincamos, dançamos e bebemos muito. Quando resolvemos sair da boate já eram mais de 3 da manhã. Fomos para casa e quando chegamos o Cássio convidou o Mauro e a Paula para tomarem a saideira em nosso apartamento. Assim que chegamos deixamos nossos convidados na sala e fomos para a cozinha para fazer uns tira-gostos e preparar mais uma caipirinha. Quando retornamos a sala estranhamos, pois havíamos deixado a lâmpada da sala acesa, e estava tudo na penumbra, o Mauro tinha colocado uma musica no aparelho de som e estava dançando bem sensualmente com a Paula. Eu e o Cássio ficamos assistindo aquilo calados, e o Mauro estava no maior amasso com a Paula. Ele dançava com ela, amassando a bunda dela e puxando sua saia pra cima, e às vezes colocava a mão dentro da blusa dela acariciando os seios, a Paula que também já estava bastante tonta, gemia e se esfregava no Mauro. Recuamos um pouco pra eles não perceberem que a gente tava olhando, ai o Mauro colocou o pau pra fora e a Paula segurou no pau dele, eu e o Cássio não agüentamos de tesão. Agarramos-nos e nos beijamos. Quando olhamos pra eles a Paula estava dançando só de sutiã e calcinha e o Mauro de cueca, nosso tesão foi aumentando ainda mais, eu sentia o coração acelerado. O Cássio me abraçou por trás e colou o pau duríssimo em minha bundinha, apertando meus peitos, tirei a mão direita dele do meu peito e coloquei dentro da minha calcinha (minha xoxota tava encharcara), na verdade estávamos todos meio bêbados e quando percebemos estávamos os quatro na sala dançando. Ai a Paulinha pegou a mão do Cássio e puxou ele pra dançar, mas antes disse que tínhamos que ficar todos iguais. Logo o Cássio ficou de cueca e eu fiquei só de calcinha, pois não estava de sutiã. Uma nova proposta foi feita pela Paulinha, que todos ficássemos nus. Eu e o Cássio ficamos um pouco sem graça e com vergonha, mas como eles já estavam se despindo, resolvemos tirar o restante das nossas roupas também. O Mauro veio dançar comigo e senti o pau dele endurecer entre minhas pernas. Fiquei com uma vergonha de morrer, mas logo vi que o Cássio já estava grudado nos seios da Paulinha, mamando como uma criancinha. Fiquei com tanto ciúmes que abri um pouco as pernas e o pau do Mauro deslizou até a entrada da minha xoxota. Deu-me um tesão tão grande que suspirei, me veio uma vontade de foder tão grande que eu sentia meu corpo inteiro queimar. O Mauro percebeu empurrou o corpo pra frente e a cabeça do pau dele entrou na minha buceta que já estava toda melada. Quando vi, a Paulinha estava de quatro no tapete, com o corpo apoiado no sofá e o Cássio com a pica totalmente enterrada na xoxota dela que já estava tão molhada quanto a minha. Meu tesão já era maior que meu ciúme, pedi ao Mauro pra deitar no tapete e sentei no caralho duro dele e cavalguei até ele encher minha xota de porra quentíssima. Deitei no peito dele e minha bunda ficou arrebitada. O Cássio veio por trás e senti a cabeça do pau dele entrando no meu cuzinho que latejou na hora (adoro sexo anal), eu nunca imaginava que uma pessoa normal pudesse agüentar uma dupla penetração, eu pensava que só era coisa pra profissionais, o Cássio foi enterrando a rola no meu cuzinho e eu gozava sem parar. Ai que loucura. Não sei quantas vezes gozei, eles tiraram as picas meladas dos meus buracos encharcados de porra. A Paulinha veio por cima de mim e começou a me lamber. A língua quente dela parecia um pincel pintando meu corpo, ela foi me chupando todinha, centímetro por centímetro, eu sentia descargas elétricas por todo o meu corpo, meu gozo parecia prolongar, foi uma coisa diferente, delicioso, ela foi subindo, subindo, e quando chegou frente a frente com meu rosto, pela primeira vez beijei outra mulher. Fizemos um 69 e gozei novamente na boca da Paulinha. Foi maravilhoso. Gozamos como loucas. Era a primeira vez da Paulinha também. O Mauro e o Cássio estavam em pé batendo uma punheta vendo a gente se chupar. Depois eles fizeram uma dupla penetração na Paulinha também, só que o Mauro comeu a bundinha dela, por que o Cássio tem o pau muito grosso, e eu já estou acostumada. Fomos os quatro para o banheiro e eu e a Paulinha demos um show especial pra eles enquanto os dois nos olhavam batendo uma punheta e gozando em nossas bocas. (detalhe, o Mauro gozou na minha boca, e o Cau na boca da Paulinha). Já faz mais de um ano que transamos assim pelo menos duas vezes no mês.

TROCA TROCA

Caros leitores, também sou assíduo freqüentador destas páginas. Eu, Felipe, juntamente com minha esposa Fátima, adoro aquecer minha libido com os relatos extremamente excitantes, principalmente aqueles contendo fantasias, fetiches e orgias. Claro que tanta leitura começou a provocar em nós a vontade de passar de meros espectadores a protagonistas dessas estórias. Contudo a dificuldade era grande, família, cidade pequena, e tantos outros empecilhos comuns à maioria das pessoas. Chegamos a visitar boates de streap, ruas nada familiares, mas nada além disso. Somos profissionais liberais e temos uma vida confortável, gostamos muito de receber os amigos em nossa casa, que por possuir churrasqueira, piscina e sauna, propicia boas festas, sempre regadas por muita bebida e carne. No último sábado, depois de diversos fins de semana chuvosos o sol resolveu prevalecer. Bem cedo liguei para o pessoal e de pronto organizamos um churrasco. Desci para limpar a piscina e fiquei esperando a galera com os comes e bebes. Tomando a primeira gelada da manhã fiquei admirando minha esposa deitada de bruços, bronzeando sua deliciosa bunda, totalmente exposta no sumário biquíni florido. A bunda de Fátima não é grande, é proporcional com o restante de seu corpo de pouco mais de 1,50 e 47 kg, contudo seus seios são fartos e o rosto angelical de pele aveludada e longos cabelos castanhos. Bunda mesmo tem minha cunhada, Rebeca, uma deusa da luxúria, a primeira a chegar com o namorado Roberto a tiracolo. Chegou e já foi se estatelar ao lado da irmã mais velha, para meu deleite e de meu futuro concunhado. O pessoal foi chegando, e a festa ferveu. Caipirinha, batidas, cerveja, carne pra comer e pra olhar não faltaram. Os homens cuidando do churrasco e das bebidas e a mulherada só desfilando com biquíni e copo na mão. Todo mundo pra lá de alegre. Eu com o tesão na lua, vendo aquele monte de gostosas, sim, pois é mulher de amigo, mas continua sendo gostosa, nada de hipocrisia. O pessoal já conhece minha fama de tarado, com o maior respeito é claro. No final tarde o tempo deu aquela tradicional fechada, liguei a sauna e convidei a turma, alguns aderiram outros preferiram jogar truco. Tudo dentro dos conformes. Fui dar um bodinho com minha esposa no quarto e acabei rodando. Lá pelas 11h00min da noite acordei e o pessoal acostumado com minha casa, já tinha ajeitado as coisas e ido embora. Meio amuado lembrei da sauna ligada e fui desligar. Ao me aproximar ouvi uns gemidos característicos. Olhei pela janelinha e vi o Roberto dando um trato na buceta de minha deliciosa cunhadinha. Com o pau duro e o coração palpitando, corri chamar minha esposa. Para conseguir olhar, ela subiu num banquinho e segurou a risada. Com a bundinha na minha cara não resisti e comecei a lamber sua buceta e seu cuzinho, percorria essa trilha com a língua e apertava meu pau que já doía de tanta excitação, com as cenas que se repetiam dentro da sauna escaldante. Trocamos de posição e de joelhos a Fa abocanhou meu cacete enquanto eu apreciava a Re de quatro com o Ro atolando os dedos em seus buracos, era um geme-geme só. Fomos trocar de posição novamente e a Fa se desequilibrou do banquinho e acabou batendo na porta. Os dois se assustaram, nós nos entreolhamos e sem titubear invadimos a sauna já sem roupa. A Re olhou para a Fa, sorriu e emendou. É hoje. Rimos e passamos a nos acariciar mutuamente, foi inexplicável, só quem passou por tamanha sensação sabe o que significa. A Re segurava meu pau, eu chupava os seios da Fa, enquanto ela segurava o pau do Ro que enfiava os dedos na Re. Isso num rodízio de mãos e bocas interminável. Beijei minha cunhada como se fosse a última mulher do mundo, esqueci de tudo, apertando sua bunda desejada, lambendo seu corpo suado até atingir a bucetinha mais linda do mundo. Chupei, lambi me lambuzei, a fazendo gozar gritando: Chupa cunhado gostoso, chupa que eu to gozando. E caiu de lado no primeiro banco da sauna. Só então olhei pra cima e me dei conta que minha mulher estava levando vara do Roberto, e que vara meus amigos. Um cacete não muito comprido (uns 19 cm), mas grosso como uma long neck. E a Fa de quatro já engolia metade com cara de quero mais. Olhou pra minha cara e disparou: Ta gostando de ver sua mulherzinha gemer numa pica grossa, ta? Meu tesão explodiu, avancei sobre Rebeca que recuperada agarrou meu pau e enfiou inteiro na boca engasgando e melando ele de saliva. Quase gozo de cara, mas me segurei, a botei de quatro e soquei de uma vez em sua buceta encharcada. Ela gritou, mas não recuou, pediu pra socar mais forte e foi o que eu fiz, olhando minha esposa receber o mesmo tratamento. Já me preparava pra gozar, quando a Re sem aviso, num solavanco pra frente, tira meu pau da xana. Já ia reclamar quando ela me olha languidamente e pede: Come meu cuzinho Fé? O pau do Ro é muito grosso e eu ainda sou virgem atrás. Quase morri. Olhei pra Fa, que sorriu para meu cunhado perplexo e fui preparar o terreno. Sou um especialista na arte de saborear um traseiro apetitoso. Comecei o ritual lambendo e beijando aquele monumento, elogiando minha cunhada com todos os adjetivos que lembrei: Gostosa, maravilhosa, tesão de mulher, sempre sonhei em comer essa bunda deliciosa. Ia falando e enterrando a língua, depois um dedo, e outro e mais outro. Dilacerando aquele buraquinho apertado. Ela só gemendo e pedindo mais. Quando ela já implorava por um pau no rabo, me posicionei e forcei a entrada. Ela deu um grito e minha esposa correu em seu auxílio, abrindo sua bunda e instruindo-a a fazer força pra fora. Investi novamente e desta vez a cabeça de meu pau deslizou pra dentro, que maravilha. Esperei ela se acostumar e lentamente fui enterrando. Cada dois cm que entrava eu voltava um. Curti cada momento desse desvirginamento sublime, quando me dei conta minhas bolas já estavam batendo em sua bucetinha carnuda. Aí foi um festival de palavrões e palavras sem nexo. Vai putinha, rebola esse rabo pro seu cunhadinho, rebola. Isso FDP soca o cacete na Resinha, arrebenta minhas pregas. Ao lado a Fa já cavalgava o Roberto como uma desvairada, subindo e descendo numa velocidade incrível já acostumada com o calibre do pau que arregaçava suas entranhas. Com meu gozo se aproximando, passei a dedilhar o clitóris da Re e comecei a berrar. Goza biscatinha, goza que eu vou encher esse teu cu de porra. Foi uma sinfonia, motivado por nossos gritos, meu cunhado enfiou dois dedos no rabo da minha Fa cerrou os dentes e anunciou também seu gozo, seguido pelas mulheres que quase choraram de tanto prazer. Sentia as contrações do esfíncter de minha cunhadinha ordenhando meu pau e sabia que Roberto estava sentindo o mesmo, pois conheço a capacidade incrível que minha querida tem de contrair os músculos vaginais. Gozei, gozei e não me lembro de ter ejaculado tanto, chegou a doer, uma queimação gostosa no pau. Todos gozaram. Trocamos os parceiros e trocando beijos agradecemos aqueles momentos mágicos que experimentamos. Saímos da sauna e eufóricos mergulhamos na piscina. O choque térmico, os corpos nus, e minha esposa provoca: Sempre fantasiei ter dois paus dentro de mim. Sempre sonhei com uma DP. Falou e mergulhou ofertando a bunda para nós que rimos, mas essa depois eu conto… Ou quem sabe ela mesma.